O prof. Wesley Santana (CEFT/História) e a profa. Berenice Carpigiani (CCBS/Psicologia) expuseram que o comportamento coletivo das arquibancadas prejudica o espírito esportivo. “A rivalidade excessiva pode transformar diferenças em violência real. A pessoa passa a ter ações violentas quando a identidade do grupo fica rígida e ele já não consegue mais tolerar a existência do outro”, explica Carpigiani. Já Santana diz que o envolvimento emocional afeta a razão do torcedor. “A sensação de coletividade desenvolve emoções que muitas vezes comprometem o autocontrole e a racionalidade”. Clique aqui
