A Confederação Brasileira de Futebol tem monitorado as redes sociais e o mercado para não permitir a prática que foi detalhada pela prof. Mariana Munis (CCT Campinas). “O objetivo é capturar a atenção do público e os benefícios de imagem do evento, sem desembolsar os milhões que os patrocinadores oficiais pagaram para estarem lá”. Clique aqui
