Disputas diplomáticas e influência geopolítica colocam a corrida presidencial do Brasil em 2026 no centro da competição global. Para o prof. Clayton Pegoraro (CCSA/Ciências Econômicas), tentativas de influência estrangeira sempre existiram e o foco da campanha continuará sendo a agenda doméstica. “Acredito que o debate eleitoral permanecerá muito mais concentrado em temas internos, como economia, emprego, corrupção e crescimento do país. O eleitor tende a avaliar prioritariamente essas questões”. Clique aqui
