As exportações para os EUA caíram, e especialistas defendem a diversificação de mercados para fortalecer o comércio exterior brasileiro. Para o prof. Allan Galo (CCSA/Economia), a China segue como principal amortecedor das exportações, mas não substitui a demanda dos EUA por manufaturados de maior valor agregado. “Minha expectativa é de uma queda de até 10% nas exportações de carne em 2026. Dificilmente, a carne vai compensar as perdas no mercado americano. O que ainda pode ganhar espaço na China é soja, minério de ferro, celulose, algodão e, principalmente, petróleo”. Clique aqui
