mãos de crianças

A prática do Acolhimento nos Colégios Mackenzie: uma forma de estabelecer vínculos

Prática atua de forma positiva no desenvolvimento da criança e do adolescente

30.07.202115h37 Comunicação - Marketing Mackenzie

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A prática do Acolhimento nos Colégios Mackenzie: uma forma de estabelecer vínculos

Os Colégios Presbiterianos Mackenzie (CPM) possuem um grande diferencial: a prática do acolhimento, que busca construir vínculo afetuoso com seus alunos, fazendo com que eles se sintam respeitados e amparados, além de estabelecer uma relação de confiança entre a instituição e as famílias. Conversamos com algumas unidades dos colégios Mackenzie, que explicaram como funciona esse processo de acolhimento.

A diretora do CPM Palmas, Adriana Regina de Lima Dantas, explica que o Mackenzie busca construir laços afetivos por meio do compromisso da equipe com os alunos, o que, em sua opinião, torna o ambiente escolar agradável e dinâmico: “Cumprimentos com palavras de carinho e elogios também auxiliam na vinculação afetiva dos estudantes”.

Adriana ainda destaca que a equipe do colégio tem estado alerta para identificar mudanças significativas no comportamento dos alunos. De acordo com ela, o olhar e a escuta são importantes ferramentas para reconhecer algum tipo de vulnerabilidade ou sofrimento, seja em alunos ou professores. “Com um olhar aguçado, muitos sofrimentos podem ser identificados e, desta forma, encaminhados para as pessoas que podem acolher e ajudar, como a orientação educacional, a capelania, entre outros”, pontua.

A orientadora educacional do CPM Tamboré, Maria Antonia Novicov de Andrade, explica que o processo de acolhimento ocorre em todos os momentos.“Desde a preparação do ambiente, da recepção dos alunos, da ministração de aulas e atendimento aos pais, primamos pelos valores e princípios da nossa Instituição”, explica.

“Quando a criança ou o adolescente adentram no ambiente acolhedor elas se sentem seguras e protegidas e conseguem se desenvolver de forma saudável. Assim amadurecem, aprendendo a gerir os conflitos do dia a dia, formando-se como cidadão íntegro, com valores éticos, bem como com solidez emocional”, acrescenta Maria Antonia Novicov.

O processo de acolhimento durante a pandemia

De acordo com Maria Antonia de Andrade a equipe de orientação educacional percebeu as novas necessidades dos alunos: “O acolhimento foi fundamental pois, as crianças e adolescentes repentinamente perderam o espaço de convívio social, os esportes e outras atividades presenciais (durante a pandemia), trazendo prejuízos significativos para todos”, explica a orientadora.

Para Adriana Dantas, a situação atual tem afetado o emocional dos alunos, aumentando a ansiedade, insegurança, tristeza e outros sentimentos, devido ao distanciamento social das crianças e adolescentes. Ela ainda acrescenta que as sensações de segurança e estabilidade emocional precisam ser restabelecidas, por isso, os espaços de escuta efetiva e empática são de grande importância.

Segundo a diretora, o CPM Palmas promove a prática de recepção, integração e acolhida dos alunos de forma segura, respeitando o distanciamento social e as medidas de segurança, e assim, resgatando a importância do convívio no ambiente escolar. “O acolhimento neste momento não pode ser acompanhado do toque, de um abraço, mas podemos fazer o bom uso da comunicação não verbal por meio de um olhar atento, uma escuta respeitosa, um tom de voz mais brando, um gesto afetuoso e, até mesmo, uma expressão fisionômica que pode ultrapassar o distanciamento e as máscaras”, conta a diretora.

O papel da família no processo de acolhimento

“A comunicação entre pais e filhos é muito importante e algumas posturas ajudam a criança a se sentir mais confiante”, afirma a coordenadora da educação infantil e do 1° ano do CPM Tamboré, Vanessa Ann Davies Moreira, ao ressaltar a importância e o momento marcante que é o retorno às aulas.

Ela ainda alerta que é importante que os pais dediquem um tempo de qualidade aos seus filhos, perguntando como foi o dia na escola, escutando o que eles têm a dizer e deixando que eles compartilhem suas experiências. “Caso tenham alguma dúvida ou insegurança, os pais não devem hesitar em procurar a escola, expressar seus sentimentos ou preocupações, para que juntos possam solucionar qualquer situação”, acrescenta Vanessa.

Para a diretora da unidade Palmas, é fundamental a parceria entre a família e a escola. Ela afirma que a família é a base principal da criança, que fornece proteção, amor, conhecimentos e valores: “Dessa forma, passa a ser a primeira a estabelecer contato de interação dos estudantes com o meio social, por meio das relações e experiências familiares que são responsáveis pela formação do caráter dentro do âmbito familiar, escolar e social”, relata. Adriana Dantas acrescenta que a família é a primeira escola da criança, e o papel da escola é dar continuidade a esse acolhimento.

“A parceria harmoniosa entre família e escola é de fundamental importância. Quando as duas instituições compartilham dos mesmos valores, o desenvolvimento da habilidade emocional é notório”, finaliza Maria Antonia de Andrade.

E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. (Filipenses 4.7)