CASA E JARDIM: Como a neuroarquitetura pode tornar a casa mais acolhedora para pessoas autistas

A prof. Loyde Abreu (FAU/Arquitetura e Urbanismo) explicou que a redução de estímulos é resultado de um equilíbrio entre a estética e as necessidades sensoriais

12.05.202616h00 Comunicação - Marketing Mackenzie

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CASA E JARDIM: Como a neuroarquitetura pode tornar a casa mais acolhedora para pessoas autistas

A prof. Loyde Abreu (FAU/Arquitetura e Urbanismo) explicou que a redução de estímulos é resultado de um equilíbrio entre a estética e as necessidades sensoriais. “O excesso de cores vibrantes e texturas ásperas são gatilhos diretos de sobrecarga em pessoas autistas, enquanto espaços frios e rígidos intensificam o medo e o isolamento. Para elas, adotamos linhas contínuas e materiais puros, reduzindo ruído visual sem comprometer a estética”. Clique aqui