A professora Patrícia Pereira Martins, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), é finalista do Prêmio Jabuti na categoria Arquitetura com a obra dedicada aos arquitetos João Batista Vilanova Artigas e Rem Koolhaas. A publicação é resultado da pesquisa de pós-doutorado desenvolvida pela docente na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
Segundo a professora, a principal motivação para escrever o livro foi reafirmar a importância do arquiteto brasileiro João Batista Vilanova Artigas.“A principal motivação foi afirmar o protagonismo desse arquiteto brasileiro como influência decisiva para a construção de parâmetros éticos em arquitetura, contemporaneamente”, destaca Patrícia.
A indicação ao Prêmio Jabuti foi recebida com entusiasmo pela pesquisadora. Entre mais de dois mil livros inscritos, a obra ficou entre as cinco finalistas da categoria Arquitetura, repetindo um reconhecimento que Patrícia já havia conquistado em 2024, quando também foi finalista no primeiro Prêmio Jabuti Acadêmico. “Fiquei muito honrada. Estar entre os cinco finalistas da categoria Arquitetura já é um enorme reconhecimento”, afirma.
Além do reconhecimento individual, a docente acredita que a conquista fortalece toda a comunidade mackenzista ao evidenciar a excelência da pesquisa produzida pelos professores da Universidade.
Além disso, para Patrícia, o exemplo pode estimular estudantes a se envolverem cada vez mais em projetos de Iniciação Científica e Tecnológica, ampliando suas perspectivas acadêmicas e profissionais. A professora também destaca que premiações como o Jabuti ampliam a visibilidade da produção científica brasileira e reforçam a importância do conhecimento para enfrentar desafios contemporâneos, como as mudanças climáticas e o aumento das desigualdades nas cidades.
“A pesquisa acadêmica referenciada é uma ferramenta poderosa de transformação de vidas, construindo cidadãos conscientes e críticos sobre o mundo”, concluiu a professora.
