O Colégio Presbiteriano Mackenzie (CPM) São Paulo foi reconhecido, pelo segundo ano consecutivo, como o Colégio Mais Amado de São Paulo na premiação Os Mais Amados de SP, promovida pela VEJA SP. O anúncio dos vencedores aconteceu na noite de 26 de agosto, no Nubank Art Lab, em São Paulo, reunindo representantes das instituições e marcas escolhidas pelos paulistanos.
Em sua 7ª edição, a premiação contou com a participação de mais de 4,4 mil pessoas, que indicaram seus estabelecimentos, serviços e marcas favoritos entre 42 categorias. Após a votação do público, os finalistas passaram pela curadoria dos jornalistas da redação da VEJA SP.
Para o Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM), a conquista consecutiva representa mais do que um reconhecimento à qualidade da instituição. Segundo o diretor de Educação e Saúde do IPM, André Peixoto, o resultado demonstra a confiança das famílias e a existência de um vínculo que ultrapassa a excelência acadêmica.
“Ser reconhecido pelo segundo ano consecutivo como o Colégio Mais Amado mostra que existe uma relação que vai além da excelência acadêmica: existe vínculo, pertencimento e confiança”, afirma o diretor.
Peixoto também destaca que a premiação reflete o trabalho cotidiano de professores, gestores e colaboradores na construção de uma experiência educacional pautada pelo cuidado. Para ele, quando uma família desenvolve uma relação de afeto com a escola, isso está diretamente relacionado à sensação de acolhimento, respeito e confiança.
Essa combinação entre excelência acadêmica, formação integral, inovação e cuidado com as pessoas é, segundo Peixoto, um dos principais diferenciais dos Colégios Mackenzie. A instituição busca conciliar sua tradição e identidade centenárias com as transformações do mundo contemporâneo, incluindo o avanço das novas tecnologias e da inteligência artificial.
A formação integral também ocupa papel central nessa proposta. Fundamentada na identidade confessional do Mackenzie, a educação busca formar não apenas bons alunos e profissionais, mas pessoas íntegras, responsáveis, capazes de pensar criticamente, servir ao próximo e exercer sua cidadania com ética e propósito.
Para a superintendente Pedagógica de Ensino Técnico e Básico do IPM, Márcia Regis, essa visão se traduz diretamente na prática pedagógica do CPM São Paulo. Ela destaca o Sistema Mackenzie de Ensino (SME), que estrutura o currículo a partir de uma cosmovisão cristã, em diálogo com os marcos legais da educação brasileira e as competências e habilidades previstas na BNCC.
“O estudante é visto em sua integralidade e tratado com respeito, cuidado e amor”, explica Regis. Segundo ela, a excelência acadêmica e o cuidado com as pessoas são dimensões inseparáveis da experiência educacional oferecida pelo Mackenzie.
Outro aspecto apontado pela superintendente é a qualificação dos professores, aliada à formação e ao acompanhamento contínuos oferecidos pela instituição. A integração entre currículo, espaços educacionais, recursos e profissionais qualificados contribui para uma aprendizagem significativa, na qual os estudantes são estimulados a relacionar diferentes áreas do conhecimento e aplicar aquilo que aprendem à realidade.
Ao mesmo tempo, manter a excelência exige acompanhar as transformações da sociedade e das novas gerações. Para Márcia Regis, tradição e inovação não são conceitos opostos. A escola deve preservar seus princípios essenciais, enquanto encontra novas maneiras de ensinar e preparar os estudantes para os desafios do presente e do futuro.
Entre os temas incorporados ao cotidiano educacional estão o uso ético e responsável das tecnologias e da inteligência artificial, saúde emocional, relações humanas, cidadania, sustentabilidade e responsabilidade social. A proposta, segundo ela, é formar jovens preparados academicamente, mas também capazes de pensar, conviver, servir e transformar a sociedade com responsabilidade e propósito.
Vínculo que atravessa gerações
Para o diretor do CPM São Paulo, professor Ricardo Cassab, o fato de o Colégio conquistar novamente o título é especialmente significativo por demonstrar a solidez do vínculo estabelecido com a comunidade.
“Receber esse reconhecimento uma vez já é motivo de grande alegria. Mas conquistá-lo pela segunda vez, e de forma consecutiva, diz algo ainda maior: demonstra solidez”, afirma.
Cassab ressalta que o reconhecimento é resultado de uma relação construída diariamente entre alunos, famílias, professores e colaboradores. Para ele, o sentimento de pertencimento é um dos elementos que ajudam a explicar a identificação dos paulistanos com o Mackenzie.
Essa relação também pode ser percebida nas famílias que atravessam gerações dentro da instituição. Pais e avós que estudaram no Colégio e posteriormente confiaram a educação de seus filhos e netos ao Mackenzie são, segundo o diretor, uma demonstração de que o vínculo construído durante a vida escolar permanece mesmo depois da conclusão de um ciclo.
“Ninguém ama apenas um prédio, uma marca ou uma proposta pedagógica. Ama-se aquilo que faz parte da nossa história”, destaca Cassab. O Colégio, segundo ele, torna-se parte da trajetória das pessoas ao participar de momentos importantes de suas vidas, construir memórias e estabelecer vínculos que permanecem.
A identidade da instituição também passa, de acordo com o diretor, pela combinação entre acolhimento e disciplina. “Disciplina e afeto não são opostos. A disciplina também é uma forma de cuidado”, afirma.
A dimensão cristã, por sua vez, está no centro dessa identidade e orienta a maneira como a instituição compreende a educação e as relações humanas. Para Cassab, é justamente a união entre conhecimento, caráter, responsabilidade, serviço ao próximo e cuidado que ajuda a explicar o reconhecimento recebido.
Reconhecimento de toda a comunidade escolar
O reconhecimento concedido pela VEJA SP nasce da escolha do público e representa, portanto, a percepção dos próprios paulistanos sobre as marcas e instituições que fazem parte de seu cotidiano. No caso do CPM São Paulo, a conquista mostra uma relação construída ao longo do tempo com alunos, famílias e toda a comunidade escolar.
Para o diretor André Peixoto, o prêmio pertence a todos que fazem parte dessa trajetória. “Esse reconhecimento não é apenas um prêmio para o Mackenzie. Ele é um reconhecimento ao trabalho diário de professores, gestores e colaboradores”, afirma.




