O Centro Histórico Mackenzie, campus Higienópolis, recebeu os profissionais do Grupo G3 RH, formado pelos principais executivos e ex-executivos de Recursos Humanos das principais empresas do Brasil, que reúnem-se mensalmente para trocar experiências e analisar os principais temas relacionados à área. “O grupo se reúne todos os meses no clube Transatlântico, em São Paulo e, como eles já estiveram aqui no mês de junho de 2013, apreciaram tanto que os recebemos novamente”, explicou o professor do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA), Luiz Vagner Raghi, que também é membro do Grupo.
A coordenadora do Grupo G3 RH, Claudia Falcão, explica que as reuniões são feitas na primeira quarta-feira de cada mês, durante toda a manhã. “Às vezes tem uma aplicação prática, mas na maioria das vezes é um espaço de reflexão, conhecimento e troca. Nosso grupo comemora quarenta anos de existência nesse ano, e possui em torno de 65 membros, considerando participantes e conselheiros. ”
Parcerias com Universidades
Luiz Vagner comenta que dentro do grupo G3RH há um subgrupo de parcerias com universidades, uma aproximação de empresas com o mundo acadêmico. “O tema deste ano aborda a importância dos fatores sócio emocionais no desempenho das pessoas, e nada melhor do que falar de neurociência”.
Pensar na integração da neurociência ao RH foi a abordagem que o professor Elizeu Coutinho de Macedo, neurocientista e professor do CCSA do Mackenzie fez ao falar do Laboratório de Distúrbios do Desenvolvimento que o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde do Mackenzie (CCBS) desenvolve. “Tentamos entender qual é o fator que leva uma pessoa a ir adiante de outra, quais são os fatores preditivos que levam ao desenvolvimento, ao sucesso”, explica. Para o neurocientista, o desafio é pensar nas habilidades executivas, mais efetivas do que a inteligência.
A médica Anna Helena Cobra, em sua palestra, mostrou a neurociência mais voltada à questão da saúde dentro e fora das empresas e instituições. “Meu assunto em palestras é saúde, espiritualidade, bem estar e qualidade de vida. E o poder mental, que pode ser aberto a qualquer área”, explica. A médica explanou que o ideal da empresa é o equilíbrio entre os participantes do grupo, além da importância de se combater o stress. “Se cada um se conscientizar do seu papel, sobre quem é o melhor na liderança, ou o melhor na execução, ou para fazer a ponte, então todas as partes conseguem trabalhar sem stress, principal fator de desequilíbrio”.
Depois dessa apresentação, uma mesa composta pelo presidente do Instituto Presbiteriano Mackenzie, Mauricio Melo de Meneses, pelo reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Benedito Guimarães Aguiar Neto, pelos palestrantes Anna Helena Cobra e Elizeu Macedo, e pela coordenadora Claudia Falcão debateu o tema com os presentes. Após um coffee break, a reunião tornou-se fechada para assuntos específicos do grupo.
Na foto, a partir da esq., Elizeu, Mauricio, Benedito, Claudia e Anna Helena.
