Há diversos estudos em andamento sobre os impactos de uma possível concessão do espaço à iniciativa privada. O prof. Tarso Cabral (FDir) comentou o que pode acontecer caso o novo contrato seja firmado. “Repassar isso para uma empresa privada com fins lucrativos é algo muito complicado para o interesse público e para a sociedade. A empresa com fins lucrativos vai almejar de plano o lucro, e não vai pensar tanto na questão cultural, na manutenção do patrimônio artístico e cultural”. Clique aqui.
