Saúde e Bem-Estar

HUEM promove encontro de acolhimento entre mulheres com câncer de pulmão

Iniciativa do Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica reuniu pacientes e equipe multidisciplinar para discutir as particularidades da doença e do tratamento

05.11.202617h42 Comunicação - Marketing Mackenzie

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HUEM promove encontro de acolhimento entre mulheres com câncer de pulmão

Profissionais do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (HUEM) participaram, no dia 30 de outubro, do evento “Mulheres e Câncer de Pulmão – um evento GBOT para pacientes”, promovido pelo Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica. Realizada na Associação dos Médicos do Hospital Evangélico Mackenzie de Curitiba (AMHEC), a iniciativa proporcionou um espaço de acolhimento e troca de experiências sobre as particularidades do câncer de pulmão em mulheres.

Pela primeira vez, Curitiba integrou a programação nacional do evento, que contou com a participação de uma equipe multidisciplinar feminina do HUEM, formada por profissionais das áreas de oncologia clínica, cirurgia torácica, radioterapia, patologia, nutrição e fisioterapia.

“Foi muito gratificante ver o quanto as pacientes precisavam desse espaço de interação e troca com outras mulheres que vivem a mesma situação. Elas manifestaram o desejo de manter esses encontros e fortalecer uma rede de apoio, o que é muito importante durante o período de tratamento”, ressalta a médica-chefe do Serviço de Oncologia do HUEM e professora da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Dra. Fernanda Ronchi.

Jornada de superação

Em tratamento contra o câncer de pulmão há três meses, a audiologista Daniela Regina Zivert Alexandre, de 54 anos, foi uma das participantes do evento. Ela compartilhou sua jornada de enfrentamento da doença e destacou a importância de encontros como esse, que aproximam médicos e pacientes.

“Eu acho esse evento fundamental, uma iniciativa que deve ser muito replicada. É muito importante, pois somente quando a gente está com iguais e com pessoas que estão vivendo a mesma realidade, a gente consegue superá-la e lidar melhor com isso. Por mais que as pessoas, os médicos e todo mundo queiram nos ajudar, eles não sabem o que é estar na pele. E, quando a gente olha para uma paciente, olha dentro do olho dela, a gente sabe o que está acontecendo. Então, essa troca dá força para todo mundo, é fundamental”, destaca.