Pesquisa e Inovação

Escola de Engenharia realiza ensaios de segurança de baterias de íon lítio

Projeto é uma parceria com a multinacional Huawei

27.01.202615h25 Comunicação - Marketing Mackenzie

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Escola de Engenharia realiza ensaios de segurança de baterias de íon lítio

Entre os dias 17 e 19 de dezembro, o grupo de pesquisa de Sistemas Elétricos de Potência da Escola de Engenharia (EE), da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), realizou testes de deflagração em baterias de íons de lítio para uso residencial, em parceria com a empresa Huawei Brasil, no projeto INOVA-Huawei-Mackenzie.  

Os testes são uma avaliação da capacidade do material de s ofrerem uma rápida combustão. O projeto, com frentes em capacitação pessoal, avaliação de sistemas de interrupção de arcos elétricos em sistemas fotovoltaicos e avaliação de sistemas de armazenamento de energia elétrica com baterias, conhecidos pela sigla em inglês BESS, foi concluído com o ensaio de deflagração de quatro BESS utilizados no mercado para armazenamento de energia em residências e pequenos comércios. 

Os ensaios, coordenados pelo professor Bruno Soares de Lima e desenvolvidos pelo professor José César de Souza Almeida Neto e pelos pesquisadores Filipe Figueiredo Ramos e Pedro Henrique Campos Ramalho, avaliaram o aumento da temperatura nas proximidades das células de bateria dos BESS e o sobrecarregamento forçado das células. 

A última etapa foi a simulação de um incêndio real próximo ao BESS, com a participação de bombeiros, responsáveis por conter os focos do incêndio. Os métodos de combate com baterias de íons de lítio também foram documentados para análise e recomendações de boas práticas. 

Segundo o coordenador dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia da Computação da UPM, Bruno Soares de Lima, os resultados dos ensaios são de extrema importância diante do cenário brasileiro atual, em que BESS estão se tornando uma opção de fornecimento de energia em residências e pequenos comércios.  

“Isso mostra o comprometimento da Escola de Engenharia na cooperação com empresas em projetos atuais que atendam as necessidades da sociedade e promovam o desenvolvimento sustentável de novas tecnologias no território brasileiro”, aponta o coordenador Bruno Soares.