Na noite do dia 01º de abril, o Centro Histórico e Cultural Mackenzie (CHCM) em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), inaugurou a exposição “Maria Augusta Justi Pisani: Arte em Construção”, em homenagem à antiga docente da FAU.
A exposição reúne obras artísticas de Maria Augusta, que expressam, por meio de diferentes técnicas, uma reflexão sobre as mudanças climáticas e a atuação humana na transformação das paisagens urbanas. Os trabalhos constituem uma narrativa visual que provoca reflexão sobre os impactos ambientais e sociais do presente.
A potência criativa de Maria Augusta se destacou justamente na maneira como sua linguagem artística integrou diferentes técnicas em suas obras, onde suas composições dialogam entre sensibilidade estética e crítica contemporânea.
A inauguração contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura, Cleverson Pereira de Almeida, que destacou a importância da artista e de seu legado para a instituição. “Nesta casa ela jamais será esquecida”, afirmou ao ressaltar a permanência da memória e da contribuição de Maria Augusta no espaço cultural e acadêmico.
Já o coordenador do CHCM e diretor de Administração do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM), Eduardo Abrunhosa, relembrou aspectos da personalidade de Maria Augusta e destacou o afeto que deixou no coração dos mackenzistas. “Ela despertava em todos nós esse carinho e a vontade de estar com ela”, revelou.
O diretor da FAU, Carlos Leite, destacou a importância e a contribuição da docente para o Mackenzie e para a arquitetura, ressaltando sua personalidade marcante e presença no campo profissional e pessoal. Segundo ele, sua trajetória foi marcada pela firmeza, elegância e pelo impacto que deixou entre colegas. “Ela sempre agiu com muita altivez”, declarou.
A professora da FAU, Fanny Grinfeld, disse que o impacto da exposição para a comunidade mackenzista é a preservação da história de uma pessoa que fez parte do corpo docente da UPM, fazendo com sua memória impacte as novas gerações. “É importante você contar a história de uma pessoa que deu tanto amor para a instituição”, finalizou a docente.






