DESAFIOS

Desafio ABB — DESAFIO SYSTEM PRO E POWER: AUTOMATIZANDO O PROJETO DE PAINÉIS ELÉTRICOS

O objetivo principal é desenvolver um novo software para solução do painel System Pro E Power, onde o cliente/parceiro possa colocar as informações necessárias como valor de corrente nominal de entrada e quantidade, quantidade de saídas de acordo com a corrente nominal e com isso desenhar a vista frontal do painel com extração em DWG e gerar a lista de material de forma detalhada por coluna e TAG do painel, com a opção de download da lista em formatos PDF e Excel. Importante criar o software com possibilidade de edição de códigos atuais e/ou inclusão.

Neste desafio, a equipe deve ter 4 ou 5 membros.

VAGAS: no máximo, 5 equipes.

DOCENTE LÍDER: HENRIQUE GUIMARÃES ROSA

 

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Desafio ABECE + TQS — PROJETO ESTRUTURAL NA PRÁTICA

Já imaginou estar no comando do projeto estrutural de um edifício real? Neste desafio, você terá a oportunidade única de mergulhar no universo da engenharia de estruturas, unindo o aprendizado do cálculo à tecnologia de ponta do software TQS. Você será desafiado a percorrer o fluxo completo de um projeto num ambiente BIM com foco em produtividade e qualidade.Para que essa jornada seja completa, engenheiros da ABECE e da TQS estarão ao seu lado para ensinar e mostrar como é a realidade de um projeto estrutural no mercado. Além de dominar a ferramenta que molda as cidades brasileiras há décadas, você terá o suporte desses especialistas para diagnosticar modelos e buscar soluções eficientes e sustentáveis, garantindo sempre a máxima segurança e economia. Prepare-se para colocar a mão na massa, desenvolver seu olhar crítico e vivenciar a experiência prática dos maiores escritórios do país. Aceita o desafio de projetar o futuro?

Neste desafio, a equipe deve ter 2 ou 3 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: TIAGO GARCIA CARMONA

 

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Desafio ACCIONA — ENGENHARIA DE PROJETOS – OS DESAFIOS PARA DEFINIÇÃO DO MELHOR MÉTODO CONSTRUTIVO DE UMA ESTAÇÃO DE METRÔ

Os alunos irão receber a implantação de uma estação de metrô fictícia, contendo os seguintes itens:

— Planta com a implantação da estação, arquitetura e lote de desapropriação

— Perfil Geológico-Geotécnico do local

— Parâmetros geotécnicos para os solos apresentados no local

— Arquivo DWG e PDF contendo a topografia, arruamento e interferências enterradas do local

Com essas informações eles deverão elaborar um método construtivo para a estação, juntamente com uma sequência construtiva. Eles deverão verificar os impactos aos lindeiros, tipologia e aplicabilidade da solução escolhida para a geologia da região, interferencias existentes com outras estruturas e com elementos da própria estação.

Eles poderão propor uma nova implantação da estação (caso desejam) desde que se mantenha a área da arquitetura encaminhada.

A apresentação poderá ser feita por meio de powerpoint, e/ou com utilização de arquivos DWG’s ou modelos 3D.

Não é necessário realizar contas avançadas de dimensionamento, apenas verificações simples para os elementos principais (estrutura de contenção) e teóricas para outros elementos secundários (sistemas de rebaixamento e/ou tratamento).

Para avaliar os grupos, será feita uma reunião técnica com os grupos, em um formato de curto tempo, com a intenção de simular uma reunião técnica com clientes, onde será questionado as soluções aplicadas.

Esse método de avaliação tem como objetivo verificar o quanto os grupos se aprofundaram sobre os elementos do projeto e a solução aplicada e, também, demonstrar como é feita a validação das propostas em um ambiente de trabalho entre contratado e contratante.

O desafio tem a intenção de promover uma visão macro e micro de um projeto, atuando de forma multidisciplinar para embasar a solução escolhida, tendo que entender não apenas as contas matemáticas necessárias, mas também os impactos, interferências, elementos e dificuldades de cada solução estudada, dando a oportunidade de mostrar, aos alunos, que muitas vezes não há solução ideal para um problema.

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 5 equipes.

DOCENTE LÍDER: PATRICIA BARBOZA DA SILVA

 

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Desafio ANDRADE GUTIERREZ — CONSTRUÇÃO PESADA SUSTENTÁVEL: ESG, TECNOLOGIA E IMPACTO POSITIVO

Quais iniciativas sustentáveis/ESG podem transformar o setor de construção pesada por meio de tecnologias emergentes, IA, Data Analytics, BIM, estratégias avançadas de engenharia e iniciativas sociais com foco no relacionamento com o entorno?

• Descrição do Desafio:

O setor de construção pesada desempenha papel estratégico no desenvolvimento da infraestrutura nacional. Entretanto, enfrenta desafios relevantes relacionados a:

• Redução de emissões e descarbonização

• Eficiência no uso de recursos naturais

• Gestão de resíduos e economia circular

• Relacionamento com comunidades impactadas

Buscamos soluções inovadoras que integrem ESG + Tecnologia + Engenharia, promovendo ganhos ambientais, sociais e econômicos de forma mensurável.

Procuramos propostas que apresentem iniciativas aplicáveis e escaláveis, considerando ao menos um dos seguintes eixos:

1. Tecnologias e Aplicação de IA

2. Data Analytics e/ou BIM (Building Information Modeling)

3. Estratégias de Engenharia Sustentável

4. Iniciativas Sociais e Relacionamento com o Entorno


Neste desafio, a equipe deve ter de 2 a 4 membros.

VAGAS: no máximo, 5 equipes.

DOCENTE LÍDER: PATRICIA BARBOZA DA SILVA

 

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Desafio BEIERSDORF + ABAS — QUAL O FUTURO DO AEROSSOL?

Em um cenário em que propelentes de hidrocarboneto fossem proibidos, como seria a evolução da embalagem aerossol para produtos de cuidados pessoais? (ex: desodorante)?

Neste desafio, a equipe deve ter 4 ou 5 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: MARCELO ALEXANDRE TIRELLI

 

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Desafio CLARO — TELCOGUARD AI, REDE QUE SE PROTEGE SOZINHA E ATENDE MELHOR

A TelcoGuard possui milhões de clientes, milhares de antenas, backbone, rede fixa HFC, FTTH, FWA, core IP, data centers, energia, climatização e uma operação que vive com três dores recorrentes:

1. Quedas e degradações que “nascem pequenas” e viram incidentes grandes

Um alarme isolado parece irrelevante, até virar uma cascata (latência, perda de pacote, jitter, reclamações, churn, multas de SLA B2B).

 

2. Atendimento cego para o que importa

O cliente liga reclamando de “internet ruim”, mas a triagem não sabe se é Wi-Fi, saturação de célula, rompimento de fibra, ruído na rede HFC, energia, configuração, ou algo intermitente. O tempo de resolução explode.

 

3. Custos e desperdícios na operação

Técnico indo ao local sem necessidade, troca de equipamento sem causa raiz, manutenção corretiva em vez de preventiva, energia consumida fora do ótimo.

Criar uma solução ponta a ponta na Oracle Cloud que detecte anomalias e preveja falhas na rede e, ao mesmo tempo, melhore a triagem e a resolução no atendimento, usando IA e dados de operação.

 

Em outras palavras: fazer a rede “falar” antes do cliente reclamar e fazer o atendimento “entender” antes de abrir chamado errado.


Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: BRUNO LUIS SOARES DE LIMA

 

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Desafio ENGEFORM — CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL 360º: INOVANDO O ESG NO CANTEIRO DE OBRAS

A Engeform busca a adotar práticas sustentáveis, reduzir impactos ambientais e ampliar a responsabilidade social e de governança. Temos um desafio para a adoção de práticas ESG, considerando a falta de indicadores padronizados por obra, a dificuldade de engajamento dos trabalhadores, dificuldade de integrar esses dados ao sistema corporativo e falta de visibilidade sobre metas, riscos e oportunidades. Assim, a empresa busca soluções inovadoras e robustas que permitam operacionalizar ESG de forma a (1) incorporar práticas ESG no dia a dia da obra; (2) Monitorar e medir indicadores; (3) Engajar as equipes de obra; (4) Gerar valor para a empresa e para a sociedade.

Neste desafio, a equipe deve ter 2 ou 3 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: BRUNO PECINI

 

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Desafio ESSENCIS — DO LABORATÓRIO AO MERCADO: ESTRATÉGIA TÉCNICA E COMERCIAL PARA FLUORESCÊNCIA DE RAIOS X

O desafio proposto consiste em integrar conhecimento técnico, visão de mercado e estratégia comercial a partir de um caso real de instrumentação analítica. Os participantes deverão desenvolver um projeto completo envolvendo o modelo Bruker CTX 800, contemplando três pilares principais:

 

• 1. Estudo de Mercado (1 Integrante-10 min)

Os alunos deverão analisar:

o Segmentos de mercado potenciais para o Bruker CTX 800.

o Principais aplicações do equipamento.

o Perfil dos clientes-alvo.

o Concorrentes e tecnologias alternativas.

o Diferenciais técnicos que geram valor comercial.

 

• 2. Estruturação de Proposta Comercial (1 Integrante-10 min)

Com base no estudo de mercado, os grupos deverão:

o Posicionar o equipamento de forma estratégica.

o Estimar o custo do equipamento e justificar o valor agregado.

o Traduzir características técnicas em benefícios para o cliente.

o Construir uma apresentação comercial voltada para tomada de decisão.

 

• 3. Estudo de Aplicação Prática (1 Integrante-10 min)

Os participantes também irão trabalhar com um conjunto de amostras, realizando:

o Análise da aplicação proposta.

o Estratégia de preparo das amostras.

o Interpretação dos resultados.

o Elaboração de um relatório técnico de aplicação, simulando um caso real de suporte ao cliente.


Serão 1 Powerpoint de 10 slides, capa e 3 slides dedicados para cada parte do projeto, com duração máxima de 30 minutos por grupo.

 

Neste desafio, a equipe deve ter 3 membros.

VAGAS: no máximo, 15 equipes.

DOCENTE LÍDER: EVERTON BONTURIM

 

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Desafio FAREVA + ABAS — COMO GARANTIR O ENVASE IDEAL?

Podemos fabricar mais de 150 milhões de latas de aerossol por ano.Os clientes especificam a quantidade de bulk e propelente que devem ser envasados em cada lata.Precisamos encontrar uma estratégia de operação que garanta o enchimento de bulk e propelente respeitando a especificação do cliente, mas, simultaneamente, que leve em consideração as características da máquina de envase.Reflexão: O que é bulk? O que é propelente? O que é uma especificação de produto?

Neste desafio, a equipe deve ter 4 ou 5 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: MARCELO ALEXANDRE TIRELLI

 

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Desafio FEMTO — INTERFERÊNCIA ULTRASSÔNICA EM CÂMARA DE COMBUSTÃO

Sabe-se que ondas acústicas, por ressonância, causam cavitação em líquidos que tenham adsorvido bolhas de gás. Para isso, a frequência do ultrassom tem que coincidir com a frequência de vibração das bolhas em meio líquido. O efeito observado é que o gás atinge uma temperatura de cerca de 6.000 K e uma pressão de cerca de 1.000 atm. Deseja-se saber, em uma câmara de combustão a gás e plasma, qual o efeito que se pode esperar ao utilizar ondas acústicas de alta frequência. Pode ser que um dos efeitos esperados seja a combustão apresentar maior desempenho. Para este desafio, deseja-se obter publicações científicas que apresentem trabalhos já realizados sobre o assunto.

 

Neste desafio, a equipe deve ter de 4 a 6 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: FABIO RAIA

 

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Desafio FORTINET — CIBERSEGURANÇA NO BRASIL

Desafio de identificar mecanismos e estratégias capazes de prevenir ciberataques.

Neste desafio, a equipe deve ter de 2 a 4 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: RODRIGO MARTINS BAPTISTA

 

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Desafio GEOFIX — UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA SOLUCIONAR ESCASSEZ DE MÃO DE OBRA NA ENGENHARIA CIVIL, PARA TRABALHOS EM FUNDAÇÕES E CONTENÇÕES

Os alunos deverão utilizar sua criatividade, com o auxílio da Inteligência Artificial, para ajudar a escassez de mão de obra qualificada, para trabalhos em obras de fundações e de contenções.

Serão fornecidos: perfil dos profissionais procurados, tipos de trabalhos a serem executados nas Obras e tipos de equipamentos a serem utilizados.

A premiação será de R$ 3.000 para o 1o colocado e R$ 1.000 para o 20 colocado, além concorrer a uma vaga ade estágio na Geofix.

 

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: PAULO AFONSO DE CERQUEIRA LUZ

 

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Desafio GRUPO PETRÓPOLIS + MICROSOFT — COMO MEDIR RESULTADOS FINANCEIROS EM PROJETOS DE INOVAÇÃO?

No Grupo Petrópolis, tocamos iniciativas incríveis, com startups, com nossos times internos e até mergulhando em análises de dados para descobrir novas oportunidades.

Mas medir o impacto real dessas ideias… aí a história complica. Hoje, dependemos de várias áreas (PMO, Processos, Controladoria) para validar números, gerar relatórios e consolidar indicadores. Isso pode gerar atrasos, retrabalhos, gargalos e dificuldade para priorizar o que realmente move a agulha

Queremos mudar isso.

Estamos buscando uma solução simples, prática e inteligente que ajude a equipe de Inovação a avaliar resultados de forma mais rápida, independente e estruturada, sem perder rigor ou qualidade.

 

A solução deve considerar 4 perfis de projeto:

PERFIL 1: Projetos sem investimento financeiro + dedicação interna + resultado qualitativo OU quantitativo;

PERFIL 2: Projetos com investimento financeiro + resultado financeiro direto;

PERFIL 3: Projetos com investimento financeiro + resultado qualitativo;

PERFIL 4: Projetos exploratórios (P&D) sem garantia de aplicação.

 

Neste desafio, a equipe deve ter de 2 a 4 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: RODRIGO MARTINS BAPTISTA

 

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Desafio GRUPO PETRÓPOLIS 2 — COMO ATENDER A DEMANDA DE CONSUMO DO MERCADO DE ENERGÉTICOS NO PET 2L?

O mercado de bebidas energéticas em embalagens PET, especialmente no formato de consumo compartilhado, está crescendo em ritmo acelerado e abrindo espaço para novas ideias, novas marcas e novas experiências. Diante desse cenário promissor, lançamos a vocês, futuros engenheiros e protagonistas da inovação, um desafio instigante:

Desenvolver do zero uma nova marca de energéticos e um conceito de produto capaz de redefinir a forma como esse público consome energia, performance e estilo.

Queremos ver soluções que unam criatividade, análise de mercado, engenharia de materiais, sustentabilidade, experiência do usuário e, claro, uma visão estratégica capaz de competir em um setor em plena expansão.

Se você gosta de desafios reais, este é o momento de aplicar seu conhecimento técnico para construir algo relevante, ousado e com potencial de mercado.

Pense grande, impacte e construa um futuro.

 

Neste desafio, a equipe deve ter de 2 a 4 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: RODRIGO MARTINS BAPTISTA

 

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Desafio GRUPO PETRÓPOLIS 3 — COMO FAZER A MARCA DE BEBIDAS DO GRUPO PETRÓPOLIS SER UMA MARCA CONSIDERADA PELOS JOVENS?

Vocês, universitários e futuros engenheiros, estão imersos exatamente nesse ecossistema cultural e comportamental que move tendências. Por isso, nada mais estratégico do que convidá-los a construir ideias ousadas capazes de reposicionar uma marca com 30 anos dentro do Brasil contemporâneo.O desafio é repensar marca, branding, narrativa e experiência buscando caminhos que aproximem Itaipava do estilo de vida, dos valores e das expectativas desta nova geração.Pensem em tecnologia, inovação, design, engenharia de produtos, comportamento digital, sustentabilidade, ritual de consumo, engajamento social… tudo pode ser um ponto de partida.Vocês não vão apenas sugerir soluções. Vão imaginar o futuro de uma marca icônica.

Neste desafio, a equipe deve ter de 2 a 4 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: RODRIGO MARTINS BAPTISTA

 

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Desafio HITACHI — MOBILIDADE URBANA - DESLOCAMENTO

O desafio propõe que os participantes identifiquem uma rota de deslocamento entre as unidades: Mackenzie Higienópolis, Mackenzie Campinas e Mackenzie Alphaville que apresente a menor emissão possível de gás carbônico. Para isso, os participantes deverão utilizar o portfólio da Hitachi Energy, voltado à eletrificação de frotas e ferrovias para propor projetos que viabilizem um deslocamento sustentável, indicando a solução de locomoção sugerida (por exemplo: uma nova linha ferroviária ou ônibus elétricos).A solução final deverá apresentar:• A estimativa de redução de emissões de gás carbônico ao adotar a rota sustentável proposta, em comparação com alternativas convencionais.• A infraestrutura necessária para viabilizar essa rota sustentável (por exemplo: novas estações ferroviárias, pontos de recarga para veículos elétricos).Vale ressaltar que os participantes também poderão sugerir adaptações ou reconstruções de rotas existentes que atualmente geram emissões de carbono, seja por meio de ferrovias ou rodovias.

Neste desafio, a equipe deve ter 4 membros.

VAGAS: no máximo, 5 equipes.

DOCENTE LÍDER: LUIZ HENRIQUE ALVES PAZZINI

 

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Desafio KEETA 1 — RESOLUÇÃO DE CONFLITOS & PRIORIDADES ESTRATÉGICAS

Cenário:

O Diretor de Operações quer reduzir o tempo médio de entrega em 20% nos próximos 3 meses. Para isso, prioriza:

• Reduzir áreas de entrega

• Diminuir promoções agressivas

• Priorizar eficiência

 

Já, o Diretor de Marketing prioriza:

• Expandir campanhas promocionais

• Aumentar volume de pedidos

• Ganhar market share rapidamente

 

Resultado:

• Trocas públicas de críticas

• Times desalinhados

• Decisões travadas

• Clima de rivalidade

Ambos têm resultados fortes e são considerados talentos estratégicos. O CEO pede que o comitê executivo (grupo) conduza a mediação e apresente solução em 48h.

 

O grupo deve entregar:

1. Diagnóstico do conflito

- É meta mal definida?

- Incentivos desalinhados?

- Ego?

- Falta de governança?

 

2. Estratégia de mediação escolhida

 

3. Nova proposta de alinhamento estratégico

- Meta unificada

- Indicadores compartilhados

- Rituais de alinhamento

 

4. Plano de comunicação para os times

 

5. Riscos caso o conflito continue

Critérios de Avaliação

• Tempo de Apresentação: 7 minutos

• Capacidade de mediação real

• Clareza na definição do problema

• Proposta prática e executável

• Equilíbrio entre resultado e relacionamento

 

Neste desafio, a equipe deve ter 4 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: SILVIA MARIA STORTINI GONZALEZ VELAZQUEZ

 

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Desafio KEETA 2 — ALGORITMO DE ENTREGAS

Food delivery é um mercado que continua crescendo no Brasil, gerando renda para milhares de profissionais em restaurantes, entregadores, e reduzindo os preços para o cliente final comer melhor, com mais opções. Em um cenário urbano dinâmico, onde cada minuto conta e a satisfação do cliente é decisiva, a eficiência do despacho não é apenas um diferencial é a espinha dorsal do negócio para fidelizar todos envolvidos do ecossistema. Este desafio coloca os participantes diante de um problema real e multidimensional de como conectar restaurantes, entregadores e clientes de forma ágil, econômica e escalável.

Os participantes terão a missão de projetar, implementar e validar um algoritmo de alocação e roteirização de entregas que não só funcione teoricamente, mas simule eficiência em condições dinâmicas.

Principais dimensões do problema (os participantes escolhem onde focar):

1. Otimização de rotas em tempo real

- Distribuir entregas de forma eficiente entre motoboys, considerando capacidade, localização e remuneração.

- Considerar regiões de alta demanda enquanto outras áreas ficam ociosas.

- Utilizar históricos de pedidos, mapas urbanos e padrões de tráfego para prever tempos de deslocamento.

- Testar estratégias de agrupamento ou redistribuição.

- Como reagir a eventos imprevistos?

- Os times podem definir seus próprios KPIs: minimizar tempo médio de entrega, reduzir quilometragem total, aumentar taxa de ocupação dos entregadores, ou melhorar a previsibilidade de prazos, entre outros.

A liberdade é proposital: alguns grupos podem focar em algoritmos clássicos de grafos, outros em métodos de otimização combinatorial, e outros ainda em simulações baseadas em agentes ou machine learning para prever demandas. O importante é que a solução seja tecnicamente sólida, documentada e pensada para escala nacional.

 

Neste desafio, a equipe deve ter 4 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: SILVIA MARIA STORTINI GONZALEZ VELAZQUEZ

 

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Desafio LEROY MERLIN — CASA PRONTA PARA MORAR: REINVENTANDO A ENTREGA DE IMÓVEIS NO BRASIL

A Leroy Merlin está estruturando um novo modelo de negócio: Casa Pronta para Morar.

A proposta é transformar a jornada pós-compra de imóvel novo em uma experiência integrada, onde o cliente recebe seu imóvel já personalizado, com acabamentos, soluções e instalações realizadas antes da entrega das chaves.

Não é apenas vender produtos.

É integrar projeto, curadoria, orçamento, logística e execução.

Participantes deverão propor soluções para a seguinte questão estratégica:

Como estruturar um modelo escalável e tecnologicamente integrado de personalização imobiliária que permita ao cliente interagir com seu projeto, tomar decisões com segurança e receber o imóvel pronto para morar — mantendo eficiência operacional e sustentabilidade financeira?

 

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: PAULO SERGIO ALTMAN FERREIRA

 

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Desafio MERCADO LIVRE — CHECK-IN 4.0: EXCELÊNCIA E PRECISÃO NO RECEBIMENTO DE MERCADORIAS

O desafio consiste em desenvolver uma solução inovadora para otimizar o fluxo de entrada de produtos nos centros de distribuição do Mercado Livre. O objetivo é criar a ideia de um mecanismo que garanta a total integridade e a correta identificação dos itens recebidos em relação aos pedidos originais. A solução idealizada deve potencialmente mitigar erros de inventário, identificar divergências (como danos ou trocas de produtos) e assegurar que o processamento inicial seja rápido e livre de falhas, reduzindo custos operacionais e garantindo a qualidade do estoque para a etapa de venda.

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: PAULO SERGIO ALTMAN FERREIRA

 

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Desafio MITSUBISHI ELECTRIC — MELHORIA DE PROCESSOS INDUSTRIAIS COM AUTOMAÇÃO, VISANDO EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS

Os equipamentos de automação industrial estão evoluindo rapidamente e trazendo soluções inteligentes para transformar processos em diferentes setores, como indústrias, infraestrutura, transportes e saneamento. Essa tecnologia não apenas melhora a eficiência, mas também ajuda a reduzir desperdícios e tornar os sistemas mais sustentáveis. Para que essas melhorias aconteçam de forma estruturada e eficaz, é essencial o olhar crítico e criativo dos engenheiros, que analisam os processos e orientam as mudanças necessárias.

Dentro desse contexto, o desafio propõe que cada grupo escolha um processo industrial existente e identifique como a automação pode gerar benefícios claros, especialmente na redução de desperdícios e no aumento da eficiência energética. A tarefa envolve apresentar o processo atual, destacando suas principais características e limitações, e propor melhorias utilizando pelo menos três produtos do kit de automação do Laboratório Mitsubishi. A proposta deve mostrar como a automação pode transformar o processo, trazendo ganhos em sustentabilidade, produtividade e otimização de recursos.

Mais do que um exercício técnico, este desafio é uma oportunidade de pensar de forma inovadora e aplicar soluções reais que aproximam a engenharia de um futuro mais eficiente e responsável.

 

Neste desafio, a equipe deve ter 3 ou 4 membros.

VAGAS: no máximo, 25 equipes.

DOCENTE LÍDER: GUSTAVO SHIMABUKURO MARCHINI

 

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Desafio PERNAMBUCANAS — VAREJO INTELIGENTE 360°

O setor varejista enfrenta o desafio constante de equilibrar o estoque físico com o desejo do consumidor.Este desafio busca soluções tecnológicas que conectam a eficiência operacional (estoque e inventário) com a inteligência de vendas (comportamento no PDV e sortimento).

Neste desafio, a equipe deve ter 3 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: ANDRE LUIS HELLENO

 

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Desafio PORTIFEL — IDENTIFICAÇÃO E INSERÇÃO DE DADOS FINANCEIROS

A Portfel é uma consultoria financeira independente, que administra o patrimônio de milhares de clientes distribuídos em 

dezenas de instituições financeiras (bancos, corretoras, seguradoras, gestoras). Por ser independente, a consultoria não

está vinculada a nenhuma instituição — o que é um diferencial para o cliente, mas cria um desafio operacional: como

enxergar, de forma consolidada, o patrimônio de um cliente que tem investimentos espalhados em 5, 10 ou 15 instituições

diferentes?

Parte dos dados chega automaticamente via integrações diretas com corretoras parceiras. Mas uma parcela relevante

(~15% dos clientes, bilhões sob gestão) está em instituições sem integração. Para esses, a única forma de registrar posições

é a boletagem manual: o consultor digita, posição por posição, os dados de cada investimento. O processo é lento,

repetitivo, propenso a erros e consome horas semanais de centenas de consultores. Além disso, muitos clientes não

precisam de cálculo de rentabilidade — precisam apenas de uma visão consolidada do patrimônio para acompanhar metas

e tomar decisões.

O desafio

Proponham uma solução tecnológica que reduza drasticamente (ou elimine) o esforço manual de registro e atualização de

posições de investimentos em instituições sem integração direta. A solução pode explorar um ou mais dos seguintes

caminhos (sem se limitar a eles):

• Leitura e extração automática de dados a partir de extratos bancários em PDF, usando inteligência artificial

• Integração com ecossistemas de Open Finance para capturar posições via APIs regulamentadas

• Uso de bases públicas de produtos financeiros (CVM, B3, ANBIMA) para enriquecer e validar posições

• Interfaces inteligentes de registro que simplifiquem o input manual (autocomplete, templates, validações)

• Fluxos de captura colaborativa em que o próprio cliente contribua com dados (upload de extratos, consentimento)

• Mecanismos de reconciliação automática que comparem posições entre períodos e sinalizem inconsistências

Considere que

• O universo de produtos na base é muito amplo: inclui renda fixa (CDB, LCI, LCA, debêntures, Tesouro Direto e outros),

fundos, ações, previdência, estruturados, ativos offshore, cripto, etc.

• Instituições têm formatos de extratos completamente diferentes, muitas vezes sem padrão

• Existem dois perfis: clientes que precisam de visão patrimonial simples e clientes que precisam de rentabilidade

detalhada

• A solução deve escalar: centenas de consultores, milhares de clientes, dezenas de instituições

• Dados financeiros são sensíveis — privacidade e segurança são requisitos

Critérios de avaliação

• Redução real do esforço manual (quanto tempo/trabalho a solução elimina?)

• Viabilidade técnica (é possível implementar com tecnologias acessíveis?)

• Qualidade e confiabilidade dos dados gerados

• Experiência do usuário (simplicidade para o consultor e para o cliente)

• Escalabilidade e potencial de evolução da solução

 

Neste desafio, a equipe deve ter de 2 a 4 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: RODRIGO MARTINS BAPTISTA

 

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Desafio SCIEX — AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA CONTROLE DE QUALIDADE DE HOST CELL PROTEINS (HCPS) EM BIOFÁRMACOS

Avaliar quais são as atuais tecnologias pertinentes para o controle de qualidade de biofármacos com relação aos Host Cell Proteins (HCPs). Entender o que são os HCPs, sua importância dentro do controle de qualidade de biofármacos, discutir a evolução das tecnologias disponíveis, mencionando seu histórico, características técnicas, segurança e propor ao menos três inovações para esse teste.

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 25 equipes.

DOCENTE LÍDER: ROSINEIDE COSTA SIMAS

 

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Desafio SYSTRA — IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE RETENÇÃO/CONTENÇÃO CONTRA DERRAMAMENTO DE LÍQUIDOS PERIGOSOS EM RODOVIAS

Rodovias são corredores fundamentais para o transporte de cargas, incluindo substâncias perigosas. Em acidentes, esses líquidos podem se espalhar pela pista e, em dias de chuva, serem rapidamente conduzidos pelo sistema de drenagem superficial para corpos d’água e áreas ambientalmente sensíveis. Os sistemas de drenagem convencionais foram projetados para remover água pluvial com segurança e evitar aquaplanagem, erosão e assoreamento.Desses problemas, advém a preocupação no desenvolvimento de tecnologias que visem manter a sustentabilidade das rodovias, mitigando os impactos ao meio ambiente relacionados aos acidentes com cargas perigosas.O desafio seria desenvolver uma solução inovadora e viável que transforme o sistema de drenagem de forma a conter/mitigar derramamentos.

Neste desafio, a equipe deve ter 3 ou 4 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: ERIC RIBEIRO DA SILVA

 

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Desafio TEGRA — CANTEIRO INTELIGENTE: A NOVA ERA DOS SUPRIMENTOS

Propor uma solução inovadora que melhore a experiência e a eficiência do processode suprimentos na construção civil.As propostas podem explorar diferentes abordagens, como:• novos processos ou modelos de operação;• ferramentas digitais ou plataformas de apoio à decisão;• uso de dados e inteligência artificial;• novos modelos de relacionamento com fornecedores;• soluções logísticas ou de planejamento.Repensem como as áreas de suprimentos podem operar de forma mais ágil, estratégica einteligente, considerando a realidade de múltiplos canteiros de obra distribuídos pela cidade.Como podemos usar dados e tecnologia e transformar a forma comoobras contratam fornecedores e gerenciam seus insumos?

 

Neste desafio, a equipe deve ter 2 ou 3 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: CAROLINE VALADAO PACHECO

 

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Desafio TEKNIKAO 1 — ANÁLISE DE VIBRAÇÕES E MANUTENÇÃO PREDITIVA (INDÚSTRIA 4.0)

No desafio, os alunos terão contato com um problema típico de confiabilidade e manutenção baseada em condição: a partir de históricos de vibração, gerar previsões robustas para antecipar alarmes e orientar ações preventivas. Trata-se de um contexto industrial concreto que integra fundamentos de mecânica/vibrações, sinais e sistemas, estatística, modelagem e engenharia de software (pipeline de dados).

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 6 membros.

VAGAS: no máximo, 5 equipes.

DOCENTE LÍDER: FABIO RAIA

 

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Desafio TEKNIKAO 2 — IA PARA AVALIAR EFICÁCIA DE TRÁFEGO PAGO (MARKETING ANALYTICS)

A Teknikao utiliza tráfego pago e quer avaliar, de forma mais inteligente, se as campanhas estão sendo eficazes: quais canais geram resultado, onde há desperdício, e como otimizar investimento. O desafio envolve organizar métricas, identificar padrões e construir uma análise que suporte decisão.

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 5 equipes.

DOCENTE LÍDER: FABIO RAIA

 

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Desafio TPF — INOVAÇÃO NA GESTÃO DE ENGENHARIA: SOLUÇÕES PARA CONTROLAR MUITOS PROJETOS COM EFICIÊNCIA E PREVISIBILIDADE

A EMPRESA TEM UMA REDE LOGÍSTICA LONGA, COM ALIMENTOS IMPORTADOS DA EUROPA E QUE REQUEREM CONTAINERS REFRIGORIFICADOS. A ENTREGA ACONTECE EM PONTAS DE VAREJO PARA CONSUMIDORES FINAIS E PONTOS ATACADISTAS POR TODO O BRASIL. A EXTENSÃO CONTINENTAL DO PAÍS E A EXPOSIÇÃO DAS VIAS DE TRANSPORTE AO CLIMA, CADA VEZ MAIS INCERTO, ASSOCIADO À NECESSIDADE DE CUMPRIR PRAZOS DETERMINADOS EM CONSEQUÊNCIA DA PERECIBILIDADE DO PRODUTO TRANSPORTADO É A EXIGÊNCIA É O DESAFIO BÁSICO DA EMPRESA QUE OPERA NO BRASIL.

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS (número máximo de equipes): 25.

DOCENTE LÍDER: AGOSTINHO CELSO PASCALICCHIO.

Link para PRÉ-INSCRIÇÃO DE EQUIPE: https://tinyurl.com/eemackenziealuno?p=hee_equipe

 


Desafio VIASAGIO — CONSULTING EXPERIENCE: GARANTIA DE UM SALTO ESTRATÉGICO DE UMA COMPANHIA DE SEGUROS

A V-Seguros é uma seguradora brasileira líder no segmento de Responsabilidade Civil Geral e, recentemente, passou a atuar também no segmento de Seguros de Vida. Contudo, os resultados obtidos com este novo produto ficaram aquém das expectativas.Nos últimos anos, a empresa tem enfrentado estagnação nos seus resultados, além de aumento na sinistralidade e nas despesas operacionais e administrativas, o que tem impactado negativamente suas margens. Ademais, o mercado em que a V-Seguros atua é altamente competitivo, com players dominantes que estabelecem elevados padrões em produtos, preços e serviços.Com o objetivo de reverter esse cenário , sua equipe foi contratada para elaborar um Planejamento Estratégico de crescimento da companhia. A meta é impulsionar de forma sustentável a receita da empresa e maximizar a rentabilidade das operações.

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: MARCELO NUNES FONSECA

 

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Desafio VIBES — MISSÃO SUBSOLO: RESOLVER INFILTRAÇÕES EM OBRAS DE ALTA COMPLEXIDADE

A VIBES Engenharia convida os estudantes de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie a participarem de uma experiência prática baseada em um cenário real de obra: infiltrações ativas em estruturas executadas com parede diafragma em subsolos de alta complexidade.O desafio propõe uma vivência dinâmica, unindo teoria e prática.

As equipes irão:· Participar de visita técnica em obra para compreensão do problema em campo.· Realizar atividade em laboratório com aplicação de produtos impermeabilizantes utilizados.· Estruturar uma proposta de solução simplificada com diagnóstico, solução escolhida, principais etapas executivas e análise de riscos.

 

Neste desafio, a equipe deve ter de 2 a 4 membros.

VAGAS: no máximo, 10 equipes.

DOCENTE LÍDER: FABIOLA RAGO BELTRAME

 

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Desafio VOTORANTIM — SISTEMAS INTELIGENTES PARA DETECÇÃO DE EVENTOS CRÍTICOS: MODELAGEM DE ANOMALIAS EM LARGA ESCALA NA VOTORANTIM

Os participantes devem projetar soluções voltadas à identificação de eventos raros, onde a escassez de dados históricos de falha exige abordagens inovadoras em modelagem de anomalias. O objetivo é a proposição de arquiteturas de dados e projetos de sistemas que permitam monitorar variáveis críticas, discernindo oscilações operacionais comuns de desvios precursores de incidentes. A ênfase reside na construção de uma lógica robusta que fundamente futuras soluções computacionais, visando otimizar a resiliência operacional e a eficiência produtiva do grupo.

Neste desafio, a equipe deve ter de 3 a 5 membros.

VAGAS: no máximo, 30 equipes.

DOCENTE LÍDER: PAULO SERGIO ALTMAN FERREIRA

 

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