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Mackenzie participa do Campinas Innovation Week 2026

Considerado um dos maiores eventos de inovação, tecnologia e ciência do país, é a primeira vez que a UPM participa do CIW, que acontece entre 14 e 18 de setembro

10.09.202612h52 Comunicação - Marketing Mackenzie

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Mackenzie participa do Campinas Innovation Week 2026

O Centro de Ciências e Tecnologia (CCT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), campus Campinas, participará, pela primeira vez, do evento que já é considerado um dos maiores em Inovação, Tecnologia e Ciência do país, o Campinas Innovation Week (CIW) 2026, que acontecerá entre 14 e 18 de setembro, no Pátio Ferroviário. Durante a feira, estarão em exposição os projetos desenvolvidos por estudantes mackenzistas do curso de Engenharia de Produção, criados no moderno laboratório FABLAB da Universidade.

Estrategicamente incorporado à rotina de um dos principais polos tecnológicos do país, a cidade de Campinas, o evento reunirá, ao longo de cinco dias, instituições de ensino, empresas, startups, investidores, pesquisadores e o poder público. A ideia é promover a troca de experiências, estabelecer parcerias e desenvolver soluções para os desafios contemporâneos.

Para o diretor do CCT, Leopoldo Rocha Soares, o CIW ganha cada vez mais destaque no cenário tecnológico nacional por reunir, em um mesmo ambiente, todo um ecossistema de inovação e tecnologia. “Ter nossos alunos participando do evento representa uma importante oportunidade de estabelecer relações com esses atores, apresentando à comunidade parte do conhecimento e das soluções que vêm sendo desenvolvidos pela Universidade, sobretudo a partir do protagonismo estudantil”.

A iniciativa faz parte de um esforço contínuo do Mackenzie em integrar o conhecimento teórico ao ensino prático, a partir de ferramentas capazes de colocar os estudantes diante da realidade e das constantes mudanças tecnológicas, preparando-os para a realidade de um mercado que muda dia após dia e “aproximando a formação universitária de problemas, experiências e desafios concretos”, finaliza o professor Leopoldo.