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Cumprindo com excelência seu papel de dar visibilidade às inúmeras iniciativas, projetos e pessoas que fazem a história da Instituição, a Revista Mackenzie chega à 100ª edição. São 24 anos de circulação ininterrupta, sempre se modernizando para atender às expectativas de seus leitores. Ela surgiu em 1998, sob a liderança do jornalista Nehemias Vassão e, a partir da segunda edição, passou a contar com a jornalista Déspina Nogueira, hoje sua editora. Desde a edição 77, a revista tornou-se digital, mostrando sua adaptação às novas tendências e alcançando um público maior. Convidamos você à leitura do texto que conta mais sobre essa trajetória marcante.
Outra conquista que registramos com orgulho é a escolha do Mackenzie como universidade privada mais admirada de São Paulo pela terceira vez. Os paulistanos colocaram a Instituição no topo da pesquisa elaborada pela Folha de S. Paulo e pelo Datafolha, divulgada em abril. A Universidade recebeu 21% dos votos na pesquisa que identifica os melhores serviços da cidade em quarenta categorias. O prêmio mostra que a Instituição superou o grande desafio imposto pelo período da pandemia, entre 2020 e 2022, e segue como referência na capital paulista.
Sempre um passo à frente das demandas atuais, o Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) abriga um Centro de Estudos que representa uma iniciativa inédita no Brasil pela envergadura dos projetos e atores envolvidos. Trata-se do Centro Mackenzie de Políticas Públicas e Integridade (Mack Integridade ou CEMAPI), que reúne docentes, discentes, pesquisadores e representantes da iniciativa pública e privada para propor soluções éticas, práticas e coesas para grandes desafios do Brasil. Em um país com alto índice de corrupção e com políticas públicas, por vezes desconectas, o CEMAPI ganha importância fundamental, propondo soluções para entraves que já perduram por décadas.
Nesta edição, você vai conhecer ainda um estudo que exemplifica como o Mackenzie é um verdadeiro celeiro de projetos inovadores. Uma professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) estuda como a luz natural que atravessa as fachadas peles de vidro dos escritórios impacta na economia de energia elétrica, no consumo de ar-condicionado e até no ritmo circadiano de seus ocupantes. Ela propôs um modelo de fachada que permite alto desempenho da iluminação natural, economia de energia e mais conforto às pessoas. Caso o modelo seja produzido em escala real, o projeto pode gerar uma patente para a UPM.
Como pode se notar, há muita notícia boa e relevante nesta 100ª edição.
Desejamos a todos uma ótima leitura!
Equipe de Marketing
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1 Timóteo 6:12