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Time de Robótica busca a conquista do Tricampeonato no Rio Grande do Sul

Formada apenas por mackenzistas, a equipe RT CENTAURI representará Brasília no torneio Nacional de Robótica

10.10.201917h00 Comunicação - Marketing Mackenzie

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A equipe de Robótica do Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília (CPMB), RT CENTAURI, formada pelos alunos Juliano Cintra, Filipe Lacerda e Eduardo Lacerda, participará da etapa Nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, entre os dias 22 e 26 de outubro. A vaga foi conquistada após a vitória na fase regional, em agosto. O grupo formado pelos alunos do Ensino Médio já se prepara para o torneio com o sonho de chegar mais uma vez ao mundial.

A grande novidade para a disputa são sensores ultrassônicos, que conseguem fazer leituras de barreiras físicas e driblar os obstáculos com mais facilidade. Agora, por exemplo, ler uma parede ou se afastar até um determinado ponto e contorná-la com mais segurança, serão tarefas fáceis para o Robô. Ele também evita ou reduz qualquer risco de colisão.

“Tivemos pouco tempo para o Campeonato Nacional e optamos por manter o robô do regional com algumas modificações. Seguimos com aquilo que temos mais habilidade. Ele continua com dois blocos e vai usar a maior parte da programação do Robô que venceu aqui no DF. A novidade são os quatro sensores de luz e três ultrassônicos - um na frente e um em cada lateral -, para medir a distância, além de um outro sensor que também vai indicar a inclinação da rampa. A nossa expectativa é de competir pelo título. Estamos mais fortes, com um robô muito bom. Talvez, consigamos trazer o troféu”, comentou Juliano.

A OBR vai funcionar com o mesmo procedimento da etapa anterior. Na pré-rodada, os competidores terão, sempre que possível, acesso às arenas para a calibração, testes e ajustes. As equipes deverão designar um membro como capitão e outro como co-capitão. Somente estes dois integrantes terão permissão para acessar a área de calibragem, de acordo com as regras e orientação do árbitro. Somente o capitão poderá interagir com o robô durante a rodada. 

A máquina deve estar pré-programada para superar desafios e conseguir salvar vidas ou recolher corpos em uma Arena que simula um ambiente de desastre hostil, assim como no regional, porém com mais obstáculos na pista, sem nenhuma interferência humana. Na prática, o Robô vai até às vítimas, as recolhe e as leva até áreas de salvamento. O trajeto a ser percorrido tem rampas, paredes, relevos, e o Robô se guia pela reflexão de luz ao longo da distância.