No Brasil, mais de 70% das empresas é optante pelo SIMPLES NACIONAL. Embora o próprio nome dessa opção tributária adote o termo SIMPLES, ela se tornou, ao longo do tempo, uma legislação complexa e cheia de detalhes “escondidos” que são verdadeiras armadilhas. Tamanha é essa situação que grande parte dos profissionais que lidam com o SIMPLES NACIONAL no seu dia a dia, desconhece essas questões e encara autuações e exclusões de forma surpreendente. Esse cenário fez com que a busca pelos detalhes e planejamento tributário no SIMPLES NACIONAL seja uma das práticas mais procuradas por empresários, consultores e contadores nos últimos anos. É justamente nesse ponto que se concentra este curso. Adotamos como método a abordagem dos detalhes cuidadosos que devemos ter nessa opção tributária, buscando em paralelo a técnica do desenvolvimento do raciocínio administrativo como base do planejamento estratégico tributário. No curso efetuamos os cálculos comparativos com o Lucro Presumido e simulamos a prática, além de trazer a teoria de forma a expor se realmente há redução no desembolso financeiro tributário.

Público-Alvo

Contadores, estudantes de contabilidade, profissionais de escritório de contabilidade, advogados, consultores empresariais, administradores e interessados pela matéria.

Conteúdo
• Cenário atual comparativo das opções tributárias com o SIMPLES NACIONAL;
• Observações legais necessárias de comparação no momento da opção;
• Cálculos necessários de quanto aos regimes especiais;
• Questão da obrigatoriedade;
• Entendendo as Tabelas do SIMPLES NACIONAL
• Aprendendo a fazer o cálculo;
• Tabela de apuração do SIMPLES NACIONAL;
• Observações quanto a Lei da parceria de Salões de Beleza;
• Observações quanto a Lei da gorjeta;
• Observações quanto a Lei da Terceirização;
• Distribuição de lucros;
• Metas da fiscalização;
• O que o SIMPLES NACIONAL não abrange;
• Regimes de apuração permitidos;
• Destaques da legislação;
• Exclusão do SIMPLES NACIONAL
• Comparação entre as opções
• Cálculo da evidenciação mostrando até quando o SIMPLES NACIONAL é mais vantajoso;
• Questão da retenção tributária na fonte
• Obrigatoriedades na tabela III e V;
• Investidor anjo, obrigações e permissões legais;
• Limitações a determinadas atividades;
• Vedações importantes
• Como deve proceder a fiscalização;
• Fator “r”
• Informações importantes sobre licitações
• Cálculos
José Miguel Rodrigues da Silva

Mestre em Ciências Contábeis pela UERJ; Pós-graduado em Administração Financeira pela FGV; Pós-graduado em Direito tributário; Especialização em Fluxo de Caixa empresarial pela FGV; Especialização em Orçamento Empresarial pela FGV; Diversos cursos pelo IBMEC. Trabalhos expostos em Congressos Nacionais e Internacionais. Artigos acadêmicos Científicos publicados; artigos publicados em jornais e revistas técnicas. Contador empresário a 25 mais de anos; Consultor de empresas; Professor de Pós-Graduação e Mestrado, da FGV/Rio, Puc/Rio, IBMEC, já tendo atuado na UERJ, Mackenzie/Rio e Escola de Negócios Trevisan. Atuação como Professor, instrutor e palestrante do CRC/Rio e do IBEF - Instituto Brasileiro de Executivos em Finanças, já tendo atuado na Escola Superior de Advocacia da OAB e diversas outras instituições; Coordenador e criador da Pós Graduação do curso “Departamento Fiscal e Administração estratégica Tributária” da Escola de Negócios Trevisan. Palestrante do Conselho Regional de Medicina - CRM/RJ, Conselho Regional de Odontologia - CRO/RJ, FECOMERCIO/RJ, SEBRAE, entre outros sobre temas tributários, de contabilidade, planejamento societário, patrimonial e fiscal. Membro e Coordenador Adjunto da Comissão de Assuntos Tributários do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro. Integrante do GDT – Grupo de Discussões Tributárias. Assistente técnico da Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar os desdobramentos da recuperação judicial e da falência da VARIG, responsável por formular analises e questionamentos especializados, para suporte das sessões da CPI. Ministrou cursos para turma da Secretaria da Receita Federal pelo IAG/PUC, para o Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro pela Central de Treinamentos, para os Professores do Estado do RJ pelo CRC/RJ, para os Professores de Pós-graduação, Mestrado e Doutorado do IAG/PUC, para consultores do SEBRAE, entre diversos outros.

Administração do Curso