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OS SÍMBOLOS DE FÉ NA HISTÓRIA: SUA RELEVÂNCIA E LIMITAÇÕES

Hermisten Maia Pereira da Costa*

RESUMO
Neste artigo, o autor parte do princípio de que: a) na Reforma Protestante do século 16 o uso de Catecismos e Confissões, foi de grande valia para a educação dos crentes; b) quando a Igreja Presbiteriana foi iniciada no Brasil, o ensino dos símbolos de Westminster teve importante papel; c) hoje verific-se um enfraquecimento dessa ênfase, mesmo nos seminários. O autor analisa o surgimento da palavra símbolo, o seu emprego como símbolo de fé, destacando que na Reforma os Credos (Catecismo e Confissões) tinham três objetivo específicos: a) evidencias os fundamentos bíblicos de seus ensinos; b)demonstrar que as suas doutrinas estavam de acordo com os principais credos da igreja (Apostólico, Niceno, Constantinopolitano); c) demarcar a sua posição teológica em relação à teologia romana e às demais correntes provenientes da Reforma. Costa então demonstra como na implantação do Presbiterianismo no Brasil os símbolos de Westminster foram usados e adotados oficialmente. Conclui mostrando os limites dos credos e o seu valor e importância para a edificação da Igreja ainda em nossos dias.

PALAVRAS-CHAVE
Símbolo, símbolos de fé; Reforma Protestante; Confissão de Westminster; presbiteranismo; Igreja Presbiteriana do Brasil.

*o autor é mestre e doutor em Ciências da Religião, ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil e professor de Teologia Sistemática e Contemporânea no Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição e no Curso de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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