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CALVINO E O DIREITO DE RESISTIR AO ESTADO

Armando Araújo Silvestre*

RESUMO
A partir da Reforma Protestante do século XVI grandes mudanças foram vencidas na esfera política européia. Genebra aderiu à causa reformada, em 1536, e a cidade foi o palco das maiores contribuições políticas e poimênicas do reformador Calvino: os seus escritos, suas atividades políticas e pastorais, bem como a sua atuação criando a Academia de Genebra e na reestruturação da Igreja na cidade. O artigo versa sobre o tema da resistência ao Estado no pensamento político de João Calvino, analisando, entre as suas obras, particularmente os seus escritos políticos, ainda que não formem um corpus distinto. Para tanto, o texto privilegia o capítulo XX das Institutas ou Instituição da Religião Cristã, no qual se encontram indicações para a resistência ao Estado. Portanto, a questão da obediência/desobediência nos primórdios da Reforma, a influência que Calvino sofreu de Luthero e dos luteranos, fazer uma síntese do pensamento político do Reformador de Genebra e, por fim, analisar a importância dos magistrados populares para a resistência aos magistrados superiores (Estado).

PALAVRA-CHAVE
Autoridade; Estado; Tirania; Resistência; Magistrados Populares.

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